- Stablecoin
- Criptomoeda com valor atrelado a uma moeda forte, usada para mover dinheiro em trilhos de blockchain.
- Apresentada na palestra como tecnologia, e não como uma nova forma de dinheiro.
- Criptodolarização
- Converter parte do patrimônio em dólar digital, via stablecoin, dentro da própria plataforma.
- Apontada como o principal caso de uso de cripto no Brasil, por causa do risco cambial.
- Cross-border
- Dinheiro que atravessa fronteiras entre pessoas e empresas, fora das operações de trading.
- O recorte de US$ 6 trilhões usado para dimensionar a oportunidade.
- Volume declarado
- Volume que passa por empresa registrada e é reportado, em vez de estimado por fora.
- Base do dado brasileiro de R$ 500 bilhões, tirado do Banco Central e de outros players.
- Global neobank
- Banco digital que já nasce operando em vários países, em vez de crescer a partir de um mercado.
- Como a KAST se apresenta, hoje com mais de 170 países atendidos.
- Cripto neobank
- Segunda geração de banco digital, construída sobre stablecoins e trilhos de cripto.
- A onda em que a KAST se coloca à frente, com 1% do tamanho da geração anterior.
- Trilhos
- Caminhos por onde o dinheiro entra e sai de uma plataforma, cada um com taxa e tempo próprios.
- A KAST diz montar multitrilhos e escolher o melhor caminho no lugar do usuário.
- Bear market
- Período longo de queda de preços, o inverso do ciclo de alta do mercado cripto.
- A frase de fecho da palestra: em stablecoin esse ciclo não existe.