Trends Stage13/08 · 17h15–17h3520 min de sessãoresumo em 6 min
Blockchain no Agro: Da Confiança Digital à Economia Tokenizada
O agro subiu a um palco de cripto: a fazenda já produz dados, carbono e biodiversidade — ativos que dá para certificar e tokenizar.
- ~1 anode aproximação entre stablecoins e commodities agrícolasCaso Adecoagro
- 6 a 8 mesesdesde o mel do Piauí tokenizadoCaso do mel · Piauí
- 2035o ano do café brasileiro como ativo digitalCenário de fechamento
Contexto
Palestra solo no fim da tarde do Trends Stage, com Sylvia Wachsner, do SNASH, hub de startups da Sociedade Nacional de Agricultura. A fala fez a ponte anunciada no título: explicar a uma plateia de blockchain e IA o que é o agronegócio, por que é uma cadeia longa, complexa e cheia de players, e onde as ferramentas dessa plateia encontram ativos do campo — dados, carbono, biodiversidade, água e commodities.
Termos citados
- Serviços ecossistêmicos
- Benefícios que a área preservada gera, como carbono, biodiversidade e água.
- Apresentados como certificáveis, tokenizáveis e negociáveis.
- Real World Assets
- Ativos do mundo físico representados em rede blockchain.
- O slide em que entram fazenda, floresta, solo e água.
- Rastreabilidade
- Capacidade de reconstituir a origem e o caminho de um produto.
- Palavra tratada como muito importante no agro.
- Stablecoin
- Criptomoeda de valor estável, usada em pagamento e liquidação.
- Citada na aproximação com as commodities agrícolas e na exportação.
- SNASH
- Hub de startups lançado pela Sociedade Nacional de Agricultura.
- Casa de onde veio a palestra; dele saíram os dois casos apresentados.
Citados na sessãoSociedade Nacional de Agricultura·SNASH·Justoken·Adecoagro·Visa·Piauí·Pará·Europa·Austrália·Califórnia
TemasAgronegócio·Tokenização·Rastreabilidade·Real World Assets·Serviços Ecossistêmicos