- Depósito tokenizado
- Depósito bancário representado em token, que segue dentro do banco e ligado ao crédito.
- Um dos três instrumentos que a mesa discutiu na segunda metade da sessão.
- Stablecoin
- Token lastreado em moeda, tratado na mesa como instrumento de liquidação on-chain.
- Na sessão, o lastro do emissor foi descrito como um colateral um para um contra Treasuries.
- CBDC
- Moeda digital emitida pelo banco central; no DREX apareceu na versão de atacado, entre instituições.
- Citada como a terceira opção da disputa que a mesa considera falsa.
- DREX
- Projeto de moeda digital do Banco Central brasileiro, com piloto de tokenização e liquidação.
- Citado como arranjo que não foi pra frente, mas que já tinha definido papéis.
- Collateral mobility
- Capacidade de mover a garantia em vez de deixá-la parada, tokenizando-a para usar do outro lado.
- Chamada na sessão de a palavra da vez: dinheiro parado é custoso.
- Delivery versus payment
- Liquidação em que a entrega do ativo e o pagamento acontecem amarrados, um condicionado ao outro.
- O uso apontado na sessão para o stablecoin dentro de um ambiente tokenizado.
- Multiplicador bancário
- Efeito pelo qual o depósito do cliente vira crédito e se multiplica em moeda escritural.
- A razão pela qual se pede cuidado antes de migrar tudo para stablecoin.
- Quatro linhas
- Expressão de mercado para o campo delimitado pela regra: fazer as coisas dentro da regulação.
- Usada na sessão para dizer que a escala agora acontece dentro da regulação.
- XRP Ledger
- Rede blockchain onde circula o token XRP, usada pela Ripple para montar os seus produtos.
- Continuaria rodando mesmo se a Ripple morresse, conforme dito na sessão.
- CPR
- Cédula de Produto Rural, título com que o produtor antecipa receita de safra.
- O ativo tokenizado de ponta a ponta no Lift Challenge, citado na sessão.