- NIRAV
- Núcleo do MPRJ de investigação e rastreio de ativos virtuais, que dá inteligência e suporte aos promotores.
- Retaguarda técnica da promotoria do Rio.
- Atribuição
- Ligar um endereço da blockchain a uma pessoa, empresa ou corretora identificável.
- O ponto que a defesa ataca, porque o método não é totalmente auditável.
- Cluster
- Conjunto de endereços que a ferramenta agrupa por heurística e nomeia como de um mesmo dono.
- O relatório do Reactor, da Chainalysis, foi o exemplo citado na sessão.
- Freeze e burn
- Congelar o token dentro do contrato inteligente e, em casos específicos, destruí-lo.
- Na Tether, o burn costuma vir pareado com uma reemissão dos valores.
- Mercado secundário
- Negociação do USDT entre os clientes dos clientes diretos da Tether, fora do alcance do emissor.
- É onde a emissora diz não ter informação sobre quem transaciona.
- Investigação off-chain
- Apuração tradicional fora da blockchain: movimentação bancária, sigilo fiscal, dados de KYC das exchanges.
- Apresentada na sessão como a escola dos últimos 20 anos no Brasil.
- Meio de prova
- Elemento que aponta um caminho investigativo sem valer, sozinho, como prova no processo penal.
- Como a promotoria trata hoje o relatório de rastreamento: um norte a ser validado.
- Entropia comprometida
- Falha na aleatoriedade da geração da seed de uma carteira, que torna as chaves previsíveis.
- Origem do hack de quase 150 milhões de dólares no caso mostrado na sessão.