- Privacidade programável
- Privacidade configurada por dado e por agente dentro da própria infraestrutura, em vez de sigilo total.
- Tema da sessão, aberto pela pergunta se a privacidade seria total ou seletiva.
- Zero-knowledge proof
- Prova de que uma afirmação é verdadeira sem revelar o dado que a sustenta.
- Citada como ponto de chegada de uma linhagem que vem da criptografia clássica.
- MPC
- Computação entre várias partes que produz um resultado sem que nenhuma veja os dados das outras.
- Aparece na mesma lista de métodos, cada um com seus tradeoffs.
- HSM
- Módulo de segurança em hardware que guarda e usa chaves criptográficas sem expô-las.
- Está na camada de operacionalização, uma das cinco listadas na sessão.
- CSD
- Depositária central de ativos; no desenho discutido, um banco ou consórcio com fintechs conectadas.
- Ponto da discórdia: argumentou-se que o C de central contradiz o que a rede entrega.
- Entrega contra pagamento
- Liquidação em que a entrega do ativo e o pagamento acontecem juntas, ou não acontecem.
- Citada como o que a infraestrutura programável faz sem contraparte central.
- CCB
- Cédula de Crédito Bancário; sua originação e conciliação são o caso de uso de VERT e iFood Pago.
- Apontada como um dos maiores problemas do mercado de capitais.
- Light client
- Cliente leve que consulta e verifica o que corre na rede sem operar um nó completo.
- Com um relayer, é como o projeto do CPQD prevê o monitoramento pelo regulador.
- Layer 0
- Camada de base que conecta redes distintas, descrita na mesa como hub de interoperabilidade.
- Nome dado à arquitetura que o projeto do CPQD com a Fenasbac quer tornar governável.