- Economia do conhecimento
- Fase do capitalismo em que a riqueza vem da ciência e da inovação, e não da indústria ou das finanças.
- A quarta fase na sequência traçada no palco.
- Vale da morte
- Etapa entre a pesquisa pronta e o mercado, em que a maioria das soluções não sobrevive.
- Importar o conceito americano sem olhar a economia brasileira foi recusado no palco.
- MVP
- Versão mínima da solução, lançada para testar se existe mercado para ela.
- Defendeu-se uma fábrica de MVP e MVP em massa bancados pelo poder público.
- Ciência básica
- Pesquisa sem aplicação imediata definida, que serve de base para as etapas seguintes.
- O colchão do qual, na tese da sessão, tudo o mais depende.
- Externalidade positiva
- Benefício que a pesquisa gera para fora de quem a financiou ou executou.
- O que sustenta, na conta apresentada, as inovações que saem do papel.
- Corporate venture
- Investimento de grandes corporações em startups, em vez de capital do mercado comum.
- Via que, no diagnóstico da sessão, concentra o financiamento das startups brasileiras.
- Fordismo
- Modelo de produção em massa e em escala nascido em Detroit e copiado pelo mundo.
- Exemplo, no palco, de inovação local que virou padrão global.
- Computador híbrido
- Máquina que combina computação tradicional e computação quântica.
- O que a IBM apontou como desenvolvimento possível com pesquisadores do Rio.