- VASP
- Prestadora de serviços de ativos virtuais: a licença exigida para operar com criptoativos.
- A mesa discutiu o que sobra para quem não conseguir a licença.
- BaaS
- Banking as a Service: instituição licenciada que empresta a infraestrutura para terceiros operarem.
- A corretora precisou de um, porque conta de corretora não é conta de pagamento.
- CaaS
- Crypto as a Service: prestar a infraestrutura de criptoativos para outra instituição distribuir.
- Nomeado na mesa como o arranjo que a norma ainda não prevê.
- Correspondente
- Figura do mercado de câmbio que faz a capilaridade e leva a instituição até o cliente final.
- O grande banco, disse a mesa, não tem cliente: quem tem é essa ponta.
- CCTVM
- Corretora de câmbio, títulos e valores mobiliários.
- A categoria da Mirae Asset, que foi atrás da licença para entrar em cripto.
- Resolução 701
- Norma citada como a que trata dos parâmetros do que é instituição e de quem precisa se adaptar.
- O conjunto de requisitos que a corretora teve de cumprir para pedir a licença.
- Mesa de OTC
- Balcão que provê liquidez fora do livro de ofertas das exchanges.
- O desenho da BlockRiver para exchanges e clientes institucionais.
- Tokenização
- Representar um ativo em rede para negociá-lo fora do trilho tradicional.
- Apontada como a fronteira seguinte: comprar ação tokenizada no book da exchange local.
- Conta de não residente
- Conta que o investidor estrangeiro precisa abrir hoje para aplicar no Brasil.
- Citada como o passo que a ação tokenizada dispensaria.
- DeFi
- Finanças descentralizadas, fora de instituição regulada.
- Citado como o destino do mercado caso a regra aperte demais.